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Estado

Cão Orelha: Polícia encaminha novas evidências ao MPSC

Entre os novos elementos anexados estão o laudo da exumação do corpo do cão Orelha e depoimentos recentes colhidos durante a apuração.

Luan

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Foto: reprodução / redes sociais

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A Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) encaminhou ao Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), nesta sexta-feira (20), o resultado das diligências complementares relacionadas ao chamado Caso Orelha, conforme as informações divulgadas pelo ND+.

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Segundo a publicação, ao todo foram atendidas 35 determinações feitas pelo MPSC, além de outras 26 ações investigativas e 61 diligências adicionais que, conforme a corporação, reforçam as conclusões já apresentadas no inquérito inicial. Entre os novos elementos anexados estão o laudo da exumação do corpo do cão Orelha e depoimentos recentes colhidos durante a apuração.

A investigação mobilizou duas delegacias especializadas (a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DEACLE) e a Delegacia de Proteção ao Animal (DPA)) com apoio da Diretoria de Polícia da Grande Florianópolis, da Diretoria de Inteligência, do Ciber Lab, da Delegacia do Aeroporto, da Força-Tarefa e da Polícia Científica. Quinze policiais civis e cinco policiais científicos atuaram diretamente no caso.

Relembre

O relatório foi oficialmente entregue ao Ministério Público, que agora deve analisar o material e decidir sobre os próximos encaminhamentos.

O caso ganhou grande repercussão após Orelha, cão comunitário da Praia Brava, em Florianópolis, ser violentamente agredido no dia 4 de janeiro. O animal chegou a ser socorrido e levado para atendimento veterinário, mas morreu no dia seguinte. Em 16 de janeiro, a morte do cachorro passou a repercutir em todo o país.

Até o momento, um adolescente foi indiciado pelo ato infracional análogo ao crime de maus-tratos. Outros cães da região também teriam sido alvo de agressões, como Caramelo, que foi adotado pelo delegado-geral da Polícia Civil, Ulisses Gabriel, e Caramela, adotada pelo empresário Bruno Ducatti.

Outro animal citado no contexto do caso é Pretinha, que não teve registro de agressões, mas enfrentava uma doença grave e morreu em 9 de fevereiro, em decorrência de complicações durante tratamento veterinário.


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